Datafolha continua dizendo que Lula é líder para 2018

GLOBO

Confusão de impostos de R$ 549 bi

A estrutura tributária brasileira, com regras complexas e, muitas vezes, conflitantes, fomenta o litígio, afirmam especialistas. Um mesmo produto pode ser classificado de maneira diferente por órgãos do governo. Isso acarreta um risco bilionário: levantamento mostra que, no ano passado, 35 grandes empresas brasileiras informaram, em seus balanços, que podem ter perdas de até R$ 549 bilhões em disputas sobre impostos.

Na rotina do carioca, exemplos de honestidade

Em meio a casos de corrupção que só no Rio levaram três ex-governadores para a cadeia, o carioca dá exemplos no dia a dia de que a falta de honestidade não é regra. No VLT, onde não há cobradores, a taxa de passageiros que viajam sem pagar passagem não chega a 10%, muito abaixo dos 30% previstos no contrato com a concessionária do sistema de bondes modernos que circulam pelas regiões central e portuária. Há outros bons exemplos espalhados pela cidade. Na Urca, alunos da UniRio criaram o “murinho da honestidade”, onde estudantes deixam bolos e salgadinhos à venda e vão para as aulas. Ali, também, os desonestos são minoria.

ESTADÃO

Um policial militar é morto a cada 5 dias no Estado de SP

Foram 1.147 assassinatos desde 2001 e 43 só neste ano; número de feridos passa de 3 mil em 30 meses. Desde 2001, 1.147 policiais militares foram assassinados no Estado de São Paulo, o equivalente a dois batalhões, informa Marcelo Godoy. Só em 2017, até outubro, 43 PMs foram mortos, número que supera a média mensal dos dois últimos anos. A grande maioria, ou 85%, é assassinada na folga e metade é vítima de atentados. Os dados são da própria PM, que também contabiliza um grande contingente de feridos: 3.131 homens foram afastados por esse motivo desde 2015.

FOLHA

Lula se fortalece para 2018 e Bolsonaro se consolida em 2º

29% dos eleitores seguiriam bênção do petista, se ele fosse barrado, mas rejeitam opções, diz Datafolha. O ex-presidente Lula (PT) se fortaleceu e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ)está isolado em segundo lugar na corrida presidencial de 2018, afirma pesquisado Datafolha realizada nos dias 29 e 30 de novembro. A constatação coincide com o momento no qual o PSDB tenta emplacar o governador paulista Geraldo Alckmin como o candidato das forças de centro no pleito. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. O petista, líder nos cenários em que aparece, ampliou em quatro pontos percentuais a vantagem, em relação a pesquisa em setembro, no embate direto com Alckmin (52%a30%), Marina Silva (48% a35%) e Bolsonaro(51%a33%). A candidatura de Lula pode ser barrada pela Lei da Ficha Limpa, se a condenação no caso do tríplex for confirmada em segunda instância. Do total, 29% dos eleitores votariam “com certeza” no candidato apoiado por ele. Mas há rejeição aos aventados pela sigla. Só 14% aceitariam Fernando Haddad. O ministro Henrique Meirelles (Fazenda),do PSD, tem até 2% das intenções.

Marina Silva decide lançar pré-candidatura à Presidência

Após período que chamou de “ciclo de reflexão”, Marina Silva decidiu se lançar pré-candidata à Presidência. “O compromisso e o senso de responsabilidade me convocam”, disse neste sábado, em Brasília. Ao lado de Alckmin, Temer afirmou no mesmo dia, no interior paulista, que o desembarque do PSDB do governo será “de modo cortês e elegante”.

Fernando Segóvia - Monopólio para celebrar delação é inconveniente

O STF está na iminência de decidir se há monopólio para recebimento e processamento da delação premiada. Acredita-se que a capacidade e a legitimidade da Polícia Federal para firmar tais acordos encontrarão o devido respaldo e que novas operações Lava-Jato se espalharão.

Não fico à vontade com político, sou do futebol, afirma Tite

Para o técnico da Seleção, Tite, não se deve confundir política com futebol. “Não me sentiria à vontade com político. Meu meio é o futebol”, disse à Folha neste sábado, em Moscou, um dia após o sorteio dos grupos da Copa. Ele não gostou de ter de viajar 7.376 km na primeira fase. “Lastimo”.

AGÊNCIA BRASIL

O Senado dos Estados Unidos aprovou neste sábado (2) uma ampla reforma tributária. A aprovação da matéria representa um passo significativo para que os republicanos e o presidente Donald Trump se aproximem do objetivo de reduzir impostos para empresas e ricos. As informações são da Agência Reuters.

No que seria a maior reforma tributária do país desde a década de 1980, os republicanos querem aumentar a dívida nacional de 20 trilhões de dólares em 1,4 trilhão ao longo de 10 anos para financiar as mudanças, que eles dizem que aumentarão ainda mais uma economia já em crescimento.

O Senado aprovou a lei por 51 a 49 votos, com os democratas reclamando que as emendas de última hora para conquistar republicanos céticos foram mal redigidas e são vulneráveis para serem exploradas, no futuro, por advogados e contadores da indústria da evasão fiscal.

Nenhum democrata votou a favor da lei, mas o partido foi incapaz de bloqueá-la porque os republicanos têm maioria de 52 a 48 no Senado.

As discussões começarão, provavelmente na próxima semana, entre o Senado e a Casa dos Representantes, que já aprovou sua versão da lei fiscal.

Trump quer que isso aconteça antes do fim do ano, permitindo que ele alcance o primeiro feito legislativo de 2017 desde que ele assumiu a presidência, em janeiro.