Águas de Penha questionada

O prefeito Aquiles Costa questiona o contrato assinado, porque a empresa, segundo ele, não está cumprindo nada e o contrato só tem favores à empresa - um contrato leonino, com direito só para um lado. O que o prefeito quer e a comunidade também é a garantia da realização das obras. Além disso, o prazo de concessão (35 anos) está sendo contestado também. Aquiles diz que irá à Justiça, se necessário for e a empresa não aceitar refazer o contrato.

Lá como em Camboriú, tudo igual: a empresa não agrada. Até pelo contrário, acumula críticas de todos os lados sobre a sua atuação. Metas de 2017, segundo está no contrato, não foram cumpridas. Para a prefeitura ficou também uma dívida de R$ 12 milhões, herdada da Casan. Em Camboriú, a dívida com a Emasa ultrapassa R$ 40 milhões, com juros e multa, decorrente do não pagamento do fornecimento de água tratada, previsto num contrato muito mal feito à época da transferência da concessão para a Emasa (2005) - em que não se previam prazos ou obrigações claras, apenas uma ligeira referência. Por esta razão uma ação se arrasta na Justiça até hoje.