Temer é incluído em denúncia de propina

O Globo

Decisão de Trump provoca perdas de R$ 1,9 bi

O anúncio do presidente Donald Trump de que vai taxar em 25% a importação do aço e em 10% a do alumínio provocou perdas bilionárias nas Bolsas do mundo. No Brasil, as siderúrgicas sofreram queda de R$ 1,91 bilhão em valor de mercado no pregão de ontem. Trump disse que “guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar”. A União Europeia ameaça com retaliação, e a OMC quer evitar uma guerra comercial global.

PF apreende 1,3 tonelada de cocaína no Porto

Agentes da Receita e da Polícia Federal encontraram no Porto do Rio 1,3 tonelada de cocaína pura em dois contêineres, que seriam enviados à Bélgica. Na Europa, a carga renderia até R$ 250 milhões. Para a polícia, o aumento da fiscalização em Santos (SP) fez traficantes usarem o Rio como rota. O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, segundo no Ministério da Segurança Pública, disse que a crise no estado resulta de “uma longa história de falta de vergonha na cara”.  

Conselho do Senado faz nova proposta de censura prévia

O Conselho de Comunicação do Senado apresentará anteprojeto de lei que obrigaria provedores a tirar do ar, sem ordem judicial, conteúdos considerados fake news pelos alvos da publicação. O presidente do Senado não dará prosseguimento à iniciativa.

O Estado de S. Paulo

Trump ameaça levar mundo a uma guerra comercial

A decisão anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de adotar barreiras tarifárias de 25% sobre as importações de aço e de 10% contra o alumínio estrangeiro, provocou reação global generalizada ontem. A União Europeia e outros países potencialmente afetados consideram impor medida semelhante contra produtos americanos. Eles estudam uma aliança internacional em um processo na Organização Mundial do Comércio (OMC) para evitar que a barreira tarifária seja estendida para outros setores.  Trump fez em uma rede social uma espécie de defesa de guerras comerciais. "Quando um país está perdendo vários bilhões de dólares em comércio com praticamente todos os países com que faz negócios, guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar", escreveu. O diretor- geral da OMC, o brasileiro Roberto Azevedo, disse temer a retaliações entre as maiores economias globais. "Guerra comercial não é do interesse de ninguém."

Com Lula fora, Bolsonaro mira em Álvaro Dias, Ciro e governo

Com a possível saída do jogo do expresidente Lula, condenado a 12 anos e 1 mês de cadeia e inelegível segundo a Lei da Ficha Limpa, o pré-candidato ao Planalto Jair Bolsonaro (PSC-RJ) escolheu novos alvos no debate eleitoral. Ele e seus apoiadores já criticam o ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE), o senador Álvaro Dias (Podemos-PR) e o governo Temer

Folha de S. Paulo

Ministro do STF inclui Temer em inquérito sobre propina

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a inclusão do presidente Michel Temer como investigado em inquérito que apura repasses da Odebrecht ao MDB em 2014. O caso se refere a jantar no Palácio do Jaburu, em maio daquele ano, em que teria sido acertado repasse ilícito de R$ 10 milhões. Já são alvos do inquérito os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), ambos do MDB. Fachin destaca que a investigação indica que membros do grupo político liderado por eles teriam recebido propina da empreiteira como contrapartida ao atendimento de interesses pela Secretaria de Aviação Civil. Em 2017, ao pedir as diligências contra os ministros, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entendeu que a Constituição proibia investigar o presidente por supostos crimes anteriores ao seu mandato. A sucessora de Janot, Raquel Dodge, faz outra interpretação. Para ela, o presidente pode ser investigado, mas não denunciado no exercício do cargo. Ao pedir a inclusão de Temer entre os investigados, Dodge afirmou que a medida era necessária para impedir o sumiço de provas. A interpretação tem precedentes. Ela citou caso de 1992, que envolvia o então presidente Fernando Collor. A assessoria de Temer informou que o Planalto não comentaria o caso.

Doria encerra ajuda de custo a usuários de drogas em SP

O prefeito de SP, João Doria (PSDB), encerrará programa de seu antecessor, Fernando Haddad (PT), que dá R$ 500 por mês a usuários de drogas da cracolândia em troca de serviços como varrição de ruas e jardinagem. “Além da bolsa, eles têm direito a usar hotéis mantidos pela prefeitura e a alimentação, sem exigência de abstinência. Era um investimento sem resultados”, diz Aline Cardoso, secretária municipal do Trabalho”.