Carlos Humberto, os porquês de uma preferência

Nem tanto por renovação - fator importante na necessária alternância de valores -, porém mais por ter conteúdo e demonstrar, com clareza, seus objetivos como eventual representante da região na Assembleia Legislativa, o nome de Carlos Humberto conquista espaços na sociedade regional como um nome de peso. Repete-se, por verdade: jovem empresário de sucesso absoluto, realizador por excelência, cidadão de ideias muito claras, sem sofismas e esconderijos verbais. Estudioso e profundo conhecedor das realidades da região e do Estado, cujo território esquadrinhou metro a metro nesta campanha, buscando apoio e solidariedade à sua candidatura.

Está ambientado com as questões sociais, por ser gerador de mão de obra em sua empresa de construção civil e também por ter, no exercício da presidência do Sindicato da Construção Civil, criado oportunidades de aprendizado e formação de mão de obra com programas muito bem aplicados no âmbito daquele órgão representativo classista, no sentido de qualificar o empregado da sua área de atuação, com refrexos evidentes na melhoria de condições de trabalho e renda.

E o político, tanto quanto o empresário ou até mais que ele, tem na palavra a sua matéria prima. Palavra é compromisso. E está neste aspecto uma das virtudes mais fortes de Carlos Humberto, além de tantas. Sem a palavra dita e cumprida, morre qualquer sentido de legitimidade. Ao longo de sua trajetória, Carlos Humberto privilegiou a palavra - ou o contrato do acordo dito e cumprido sem ser escrito e registrado - como um de seus predicados mais sagrados.

Por isso deverá ser, se eleito, alguém em quem se poderá confiar sem risco de erro. Pois, igualmente, aos 37 anos de vida de sucesso próprio e empresarial, acumulou experiência suficiente para se projetar como uma alguém respeitado, o que de fato é. 

Esses valores estão somados à sua franca postura de liberal, conservador, sincero e cidadão centrado no que quer, sem ceder a pressões ou cantos de sereias e sem medo de assumir suas opiniões, sejam elas polêmicas ou não. Por isso, declarou sua aversão ao uso abusivo de verbas do serviço público, embora legais e aceitas pela maioria. Não as usou como vice-prefeito e afirmou não pretender usá-las como deputado. Por exemplo, já disse que não indicará nomes para cargos governamentais (não o fez sequer no seu gabinete de vice-prefeito) e, na Assembleia, só usará o quadro funcional estritamente necessário para o funcionamento eficiente do seu gabinete. 

Ante isto, é um nome recomendável. Precisamos ocupar adequadamente os espaços que nos cabem no exercício do poder estadual, elegendo pessoas certas. Carlos Humberto, sem dúvida, é uma delas.