Prefeitura quer rever valores e quantidade de comércio ambulante nas praias

Está na pauta de votações desta terça-feira (7) projeto do Executivo que revê várias leis relativas ao comércio fixo e ambulante nas praias de Balneário Camboriú, além de estabelecer critérios para a venda em situações eventuais.

O projeto tem 13 emendas, feitas por diversos vereadores, que alteram desde a quantidade de alvarás para ambulantes proposta pelo Executivo até o início da vigência das alterações.

O alvará mais caro é para os pontos de milho, churros, cadeiras e guarda-sóis na área central que custaria 12 Unidades Fiscais do Município (UFM), o equivalente a R$ 3.653,28 (uma UFM vale R$ 304,44).

As quantidades de alvarás para ambulantes previstas no projeto são as seguintes:

I – algodão doce e casquinha – tipo biju – 17;
II – amendoim torrado e castanha (em embalagem lacrada) – 05;
III – artigos de bronze – 01;
IV – chapéu e similares – 30;
V – batatinha frita (em embalagem lacrada) – 05;
VI – bijuterias e similares – 39;
VII – cangas e saídas de praia – 51;
VIII – cocada e pé de moleque – 05;
IX – fotografia e similares – 02;
X – pintura de pele com Henna – 22;
XI – refrigerante e cerveja (em lata) / água mineral, sucos e água de coco – 36;
XII – sanduíche natural e salada de frutas – 23 (vinte e três);
XIII – sorvetes e picolés – 39 (trinta e nove);
XIV – toalhas de mesa – 08 (oito).

Para ler o projeto e suas emendas clique aqui