Falência do globalismo como fator de unidade de propósitos entre países

Nenhum fator bom entre países, exemplos ou sucessos econômicos e sociais, disseminam rápido como deveriam, para bem de todos. Mas uma porcaria como o vírus, sim. E nada comprova tanto quanto ele o fracasso do globalismo: quando a situação apertou, cada um cuidou de si e as fronteiras fecharam. E, energicamente, viu-se que os interesses financeiros e comerciais individuais prevaleceram acima de tudo.
Cada um seguiu suas próprias diretrizes de como cuidar da população, desprezando exemplos alheios, ainda que vitoriosos. Pela simples e boa razão de que cada um dos povos e países tem suas peculiaridades climáticas, econômicas e sociais.
Nem vamos falar de blocos como o Mercosul, fracasso total em todos os sentidos desde sempre. Ou de organizações como a ONU, confusa em suas diretrizes e derrotada em suas iniciativas. Quando as adotaram, porque na maioria das vezes não chegou nem perto de suas finalidades precípuas – a consecução da paz mundial.
Na economia, o que se viu de maior foi que muitos grandes empreendimentos buscaram a China para seus investimentos, para fugir de legislações econômicas e trabalhistas demasiadamente restritivas e caras. E então a contaminação de um vírus mostrou a verdadeira cara disso: a economia de quase todos ficou em frangalhos, de tal modo que, vejam só, na hora H só a China tinha material e implementos em estoque para fornecer ao mundo para prevenção e combate à pandemia - que, outra ironia (ou coincidência?), ela mesma provocou com uma experiência malfadada em laboratório. O mundo nunca mais vai esquecer 2020.
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Sei lá, minha cabeça pode estar confusa de tanto pensar em como sair dessa barafunda pra poder sobreviver com dignidade ou apenas sobreviver, catando novas oportunidades aqui e ali. Mas este é meu raciocínio do momento. Obrigado. De nada. Disponham.