Esquerdas perdem terreno de maneira avassaladora

O mundo está esfacelando com os mandatos comunistas ou socialistas aos trancos e bofetes democráticos, numa reação popular imensa contra suas pregações e feitorias.

Na Argentina o poder kirchnerista foi pulverizado pela direita de Maurício Macri; na França, a direita ultraradical venceu nos principais redutos eleitorais de maneir esmagadora e indiscutível; na Venezuela, o chavismo arremedo de bolivarianismo tomou uma fubecada ao redor dos ouvidos com a perda da maioria parlamentar na eleição deste domingo. 

Todos estão enxergando o esfacelamento do esquerdismo totalitário caboclo, arremedo de marxismo piorado e estão reagindo derrotando-os um a um; os únicos cegos são os próprios, que parece nem perderem tempo em explicar as razões disso. 

No Brasil, sucessivas pesquisas de opinião sugerem uma derrocada na credibilidade do governo e de seus líderes; números comprovam - e a realidade mais ainda - que seu sistema não funcionou, não funciona e não funcionará. A razão é que é baseado em teses nada consistentes e em pregações teimosas, segundo as quais as suas verdades são absolutas e quem pensa ao contrário é um golpista em potencial. 

Nem as bases este governo consegue sustentar, ainda que a peso de ouro, em troca de muitos cargos, verbas e influências. Ora vence, ora perde votações no Congresso, às vezes de modo ridículo até, demonstrando pouca afeição pela lógica. Essa lógica é a clara tendência de esvaziamento do prestígio do governo em todos os setores, embora usem a mídia para tentar forçar um entendimento contrário. Os fatos são mais fortes.

 

Sob a pressão do impeachment e em guerra fratricida dentro de seu âmbito, o governo e a presidente Dilma querem forçar a impressão de que estão muito bem e vencendo. Talvez aguardem o presságio de 2016, ano eleitoral municipal, quando se terá a medida da febre eleitoral, com reflexos em 2018. É a partir dela que se verá quem é quem na hora do voto. E é a partir dela que se formarão os grupos que delinearão o pleito de 2018.