A história dentro do partido é importante para uma candidatura

Primeiro diziam que uma campanha seria problemática para o prefeito. Depois, descobriram que as oposições, como um todo, tinha embaraços e o quadro não era tão otimista assim. Finalmente, reconheceram que, para combater o prefeito e seu candidato, teriam que ter muitos outros ingredientes porque só ataques e críticas, sozinhos, não resolveriam - como não resolvem. Tentaram unir-se - não deu certo, pois há muitas dissenções entre os grupos de oposição, principalmente quanto a comportamento. Hoje há candidatos, cerca de dez, sabidamente fogos de palha, balões de ensaio, jogados na mídia para tentar gerar substância que lhes garanta uma boa negociação nas composições legislativas e, mesmo, na formação de chapas majoritárias. Dez candidatos é um número utópico, desmesurado. Em todo caso, a ser realidade, o nome indicado pelo prefeito pode encomendar a fatiota de posse.

Enquanto se procura ilustrar a pré-campanha com a figura do antagonismo passado/presente, o carro anda. Quanto mais tempo passa e menos se projetam nomes e propostas, mais tempo é perdido. 

Dez candidatos não chegarão, a nosso ver. Se chegarem três, no máximo dos máximos, quatro, é muito. O quadro atual é falso. 

Finalmente, tentaram induzir o papo de que o PMDB não tinha nomes. Num lance só o prefeito jogou três na arena política, como potenciais candidatos a prefeito: Jade Martins Ribeiro, Ademar Schneider e Joni Moi. Os três partidários militantes assíduos. Porque para chegar ao mérito de disputar uma candidatura dentro do partido não basta ser filiado, tem que ter história e assiduidade.