As teses na prática, a conferir

Vamos ver se prosseguem obras importantes na mobilidade urbana, como as ciclofaixas e ciclovias da cidade; a abertura de novas vias de tráfego nos pontos de maior congestionamento, como a Avenida Brasil; a definitiva implantação da Martin Luther para além da Rua Venezuela até encontrar o acesso a Itajaí; a finalização da Quarta Avenida até a Rua 3700; ative-se o projeto de alargamento dos túneis de entrada e saída da cidade; conclua-se a implantação das pontes das avenidas marginais sobre o Rio Camboriú; façam-se estudos para a mudança de local do atual Terminal Rodoviário; elabore-se, aprove-se e cumpra-se uma legislação disciplinando a circulação de ônibus de turismo na cidade, quem sabe eliminando-os em definitivo da circulação nas regiões mais centrais, como se cogitou e se evitou à custa nem se sabe do que; implante-se em definitivo os tais corredores exclusivos para os coletivos intermunicipais e urbanos; criem-se pontos determinados para paradas do bondindinho.

São estes apenas alguns parâmetros de soluções para a mobilidade urbana, como complementação do que já se iniciou na atual administração. Há mais e vai depender de muita ação e muito acerto da nova administração. As dificuldades serão iguais e então se verificará a diferença entre dizer e fazer, entre pedra e vidraça.

Tomara Deus que se atinjam esses objetivos. Como sempre se disse, com uma linguagem de facilitação impressionante, até facilitação simplória, a arrecadação diária de BC é de quase dois milhões de reais por dia. E sempre disseram isso como se esse volume de dinheiro ficasse disponível para obras e serviços e somente para obras e serviços. Nunca contaram, por inépcia ou má fé mesmo, dos quase 50% disso para folha de pagamentdo, 25% para a educação e 15% para a saúde, além do custeio da máquina em si. 

Mas afinal, agora é chegada a hora de provar e comprovar as teses. Vamos ver se, na prática, elas se confirmam.