Pobre não pode construir no Centro. E nem nos bairros?

Matéria veiculada em órgão de imprensa local, reportando entrevista com o engenheiro Edson Kratz, secretário de Planejamento e Obras de Balneário Camboriú, faz uma colocação perigosa e arriscada sobre o que se pretende na nova discussão do Plano Diretor. Dá a entender que a classe mais baixa é sustentada pelo Centro, que "paga a conta da periferia" e que para a prefeitura "continuar superavitária, as construções de periferias (bairros) "precisam ser limitadas e de qualidade".

Adiante, ipsis litteris: "Se a periferia inchar com moradores de baixo poder aquisitivo o modelo entra em colapso e o Plano Diretor é o principal instrumento para evitar isto."

Ato falho ou uma triste realidade? Moradores de baixo poder aquisitivo nas periferias podem falir "o modelo" urbanístico? Será que a gente entendeu mal? Não, pera: é isso que querem mudar no Plano Diretor?

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Que mal pergunte: qual o padrão de qualidade ideal de uma construção? Tipo esses que estão sendo embargados por todo o Centro da Cidade, por estarem sem as mínimas condições de serem ocupados? Ou aqueles que invadem mangues e regiões de proteção ambiental?

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