Prefeitos discutem ajuda regional aos hospitais e Região Metropolitana

Na sexta-feira, prefeitos e vices da Amfri se reuniram em assembleia extraordinária para tratar da situação dos hospitais Marieta e Pequeno Anjo e da implantação da Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí. Estranho e lamentável não terem incluído na discussão o Hospital Ruth Cardoso, tão utilizado pelos municípios da região quanto o Marieta, guardadas algumas proporções, devido à condição de complexidade maior do hospital de Itajaí.

Presentes o engenheiro Cássio Taniguchi, ex-prefeito de Curitiba e superintendente da Região Metropolitana da Grande Florianópolis, convidado para falar sobre a oficialização das áreas em Santa Catarina e suas experiências no assunto.

O engenheiro, integrante desde 2015 do corpo técnico do Governo do Estado no cargo ocupado,  reforçou a importância da implantação da Foz do Rio Itajaí como região metropolitana, onde as cidades estão totalmente interligadas. Os prefeitos decidiram que será realizado um encontro do Colegiado de Planejamento Urbano com o gerente do InovAmfri, João Luiz Demantova, para verificar em conjunto qual a documentação necessária para a consolidação da região metropolitana.

O Prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, mostrou os números e a real situação financeira dos Hospitais Marieta e Pequeno Anjo (e ninguém mostrou a do Ruth Cardoso).

Os dados constatam que os hospitais são regionais, atendendo toda a população da AMFRI e que infelizmente a situação é bem complicada. Os representantes pleitearam ajuda dos Prefeitos para os hospitais. “Temos o dever de fazer algo, os hospitais atendem toda nossa comunidade, daremos apoio, mas precisamos analisar como faremos isso”, salientou Ana Paula. Decidiu-se por uma assembléia no dia 22/9, quando cada prefeito deverá dizer com quanto contribuirá para ajudar os hospitais.

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Coments: precisa de uma assembleia de prefeitos para decidir por ajuda aos hospitais (esqueceram do Ruth)? Quantas vezes isto ficou por demais evidente entre os prefeitos? Quantas vezes eles foram instados a contribuir? Com quanto contribuíram? Sabe-se que existe, há tempos, uma espécie de cotização dos municípios em relação ao Pequeno Anjo. Quem cumpriu?

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Ah, sim: e esqueceram do Ruth. Aliás, alguém de BC estava na reunião? Se não, é lamentável. Se sim, fica a indagação inevitável: Balneário também vai contribuir para o Marieta e o Pequeno Anjo?