Passarela: vandalismo, insegurança e soluções fáceis

Passarela da Barra. Belo equipamento turístico e de intenso uso público, relativamente cuidado. Relativamente porque inexiste segurança a quem a utiliza, seja de dia, seja de noite. Um risco.

E até porque os cuidados não são os mais adequados: o banheiro masculino está vandalizado, com pichações e portas quebradas. Comparação: o banheiro feminino, apesar de uma porta quebrada em parte, está com as paredes intactas, sem pichação. É a diferença de comportamento e atitude entre mulheres e homens.


Quanto ao principal problema, a segurança, sabe-se de solicitações da Associação dos Moradores da Barra para que isso seja providenciado.

A programação inicial do atual governo seria instalar lá um Posto Avançado da GMA. Não foi. Seria transferir para lá a própria Secretaria de Turismo ou parte dela, para economizar aluguel. Não foi. Não custaria colocar UM dos 140 guardas lá, diariamente, em revesamento. Geraria uma segurança quase total.

Os espaços das extremidades, nobres, poderiam ser utilizados para várias outras coisas: galerias ou escolinhas de arte, ambientes de lazer e cultura, quem sabe salas de recreação de esportes de mesa (xadrez, ping-pong, dominó), para estimular a sua ocupação democrática.

Tem mais: o primeiro andar está ocioso. É onde ficava a Guarda, logo após a inauguração. O segundo andar foi ocupado por um tempo pela Polícia Civil, segundo informações no local. Está vago e fechado. A chave ninguém sabe com quem está. Enfim...

Essas sugestão são simples. E talvez por serem simples e executáveis sem muito esforço, sofisticação e despesas, não interessam.

O que é uma pena.