De psicopatias e exemplos que vêm de livros e filmes: a vida como ela deve ser?

Se acreditarmos que o filme Coringa (Joker) é bom para mostrar um aspecto da psicopatia e dramas de relações familiares, temos que concordar que filmes sobre violência (quaisquer ou todos) têm o mesmo papel na vida das pessoas. Quando criança, só pra lembrar (porque muitos viveram isso), ganhei de presente ou eu mesmo comprei revólver de espoleta e brincava de mocinho e bandido, arremedando tiros e mortes, assaltos e ataques a inimigo imaginários. Às vezes eu era mocinho, às vezes eu era bandido. Nunca virei um. Nem mocinho e nem bandido.
De qualquer maneira, acho que se é necessário explicar cientificamente o fundamento de um filme, apontando suas nuanças e objetivos finalísticos - então ele não atinge automaticamente a proposta. Porque o cara só vai entender o filme e sua filosofia após a explicação, dado que vai assisti-lo com esse espírito.
Poucos filmes e livros me fizeram mudar de opinião ou comportamento sobre aspectos da vida. Se isto fosse verdade (capacidade de mudar as pessos), tão farta é a literatura - ruim em muitos aspectos, mas basta saber escolher - ou a cinematografia, o mundo seria diferente e as lições estariam aprendidas. Como o mundo está ou é, vê-se que isto não aconteceu. A vida real é mais impactante. Exemplos são os brasileiros (livros e filmes) Pixote, Tropa de Elite I e II, Carandiru e Cidade de Deus. Passaram lições nuas e cruas. Mudou o quê?