Os ataques à Primeira Dama do país sujam a oposição

Estamos mal na imprensa nacional. Ela é quase toda alimentada de opositores ao atual governo, no qual so veem malefícios, um atrás do outro. As justificativas são o modo grosseiro e grotesco do presidente e alguns dos seus se expressarem, seja em defesa, seja até em questões nada superlativas do dia a dia. Bobagens, enfim. Sem reflexos no cotidiano da administração, a não ser no falso ânimo de alguns, fingindo indignação e contrariedade.

Uns dizem que tudo isso se deve à inanição de verbas federais - e parece que parte importante da reação é isso mesmo. O resto é apenas raiva de conceito ideológico. Basta rastrear a biografia de muitos.

Mesmo assim, consideremos o quadro normal, até pelas suas circunstâncias: não se pode negar ao enforcado o direito de espernear. Nem que seja com injustiças e erros de objetivo. 

O que foge muito do normal e é agressivo ao extremo é apelar a fofocas atingindo a honra pessoal da família do presidente apenas com imaginações sujas, atingindo, por último, a primeira dama. Vai muito além de qualquer tipo de contraditório. É ódio puro. E falta de vergonha e limites. Menos mal que, mesmo nas hostes adversárias a coisa não pegou nada bem. Claro, por fundadas razões. Esse tipo de fato mexe com o inconsciente das pessoas corretas e a imposição de eventuais verdades ficam prejudicadas. Uma mentira danifica muitas verdades, pela dúvida do mensageiro ou dos mensageiros de uma e de outras. Quem é capaz disso, é capaz de uma facada traiçoeira e um bocado mais.

A política, ao menos no Brasil, ou mais ainda no Brasil, não é leito muito prolífico para fofuras ou dignidades ou honras. Todavia, chegar a este ponto, ao piorar tudo, deixa antever um futuro ainda mais invisível e perigoso. Onde isso vai parar?