Democracia com requintes de selvageria

Saiu Mandetta, entrou Nelson e agora está lá um general na Saúde nacional, Eduardo Pazuello. Todos igualmente criticados, de um jeito ou de outro. 

Na educação, sai agora Weintraupp, acossado por críticas. Mexeu demais nos dodóis da esquerda na área. Sai bem, apesar do horror midiático da esquerda em cima dele.

O outro que entrar será bombardeado igual. Alguma dúvida? Vão buscar negações desde o nascimento.

Bombardearam os da Infraestrutura, o da Fazenda, o da Segurança Institucional e tantos outros - na real quase todos. Nem se conta assim o bombardeiro, que é permanente e repetitivo, em cima de Bolsonaro e até do Mourão, que é um pouco avesso a essas coisa espetaculosas da política, mas tem opiniões muito bem claras.

Será assim até o final do governo e num novo mandato, caso o povo decida por isso. E é admirável que o governo se mantenha em pé ante tudo isso, inclusive com o ativismo político explícito do próprio judiciário, aparelhado para desestabilizar o governo, vetando até nomeação de ministros.

Enquanto isso, assistimos a babação hipócrita do Legislativo, que torce pelo fracasso do governo, mas não faz nada para apresentar alternativas viáveis. Mantém aquele consolo atoleimado de cair fora de suas responsabilidade, de forma irracional e irresponsável. Rejeitando o que é bom e aprovando o que é ruim. Só para gerar impactos negativos no governo e, no entanto, atingindo a espinha dorsal do próprio país.

Nossa democracia está falida. Hoje meros suspeitos são presos sumariamente e condenados em segunda instância até mais de uma vez estão soltos, liberados pelo próprio STF, como Lula e Zé Dirceu. E conspirando abertamente. Com requintes de selvageria cívica. 

Pior é que tem gente que acha isso bom, porque atinge o "Bozo", não interessando os danos colaterais, alguns irreversíveis.